"Um Barco atracado ao cais é sempre um sonho preso"

domingo, março 06, 2005

Visões, silêncios,sedes


Guardo o breve aroma
da efémera flor
do destino. Sei que o tempo
evapora jasmim e rosa.
Os passos no oásis
ainda há pouco já são
memória. Atravesso
nuvens. Transporto
visões silêncios sedes
Um deserto de afecto
e um chá de estrelas
para acordar sem mágoa...

Luís Filipe Maçarico, Inédito, escrito em 11-1-2001, sobrevoando a Serra Nevada (fotografia de Manuel José Graça da Silva) Posted by Hello

1 comentário:

André Ferreira disse...

Que poema tão bonito! Escrito na paz do campo?? Parece. Obrigado pelo nº de telefone, agora tenho que perguntar a que horas não estás em casa para poder ouvir o atendedor! Um abraço