"Um Barco atracado ao cais é sempre um sonho preso"

quarta-feira, agosto 17, 2005

A Poesia das Pequenas Coisas


São pequenas cintilações quotidianas, livros, fotografias, desenhos, postais, velhos brinquedos. A memória respira neles. A infância e os amigos que já partiram perpetuam-se nestes objectos biográficos. A poesia pode nascer, subitamente, no simples acto de olhar para um destes fragmentos da existência.
(foto de LFM) Posted by Picasa

5 comentários:

Ana Teresa Bonilha disse...

É delicioso pegar esses objetos sentir-lhes o cheiro, a textura e como num passe de mágina sensações, imagens e lembranças voltarem... coisas que esquecemos que lembravamos

Mendes Ferreira disse...

as pequenas coisas....AS GRANDES COISAS....bjo.

stillforty disse...

Tenho alguns obetos assim, pequenas coisas,aqui e ali, sinto-lhes o cheiro...respiro.bjo

Fernando B. disse...

Aqui há uns anos conheci, nos arredores do Porto, uma fabrica familiar, que se dedicava à construção de réplicas de brinquedos em folha. Adquiri algumas e eles ainda me dispensaram quatro ou cinco peças realmente antigas.

Um Abraço,

augustoM disse...

Pelo que vejo as férias já eram.
Os brinquedos são o maior veículo da nossa memória da infância. Todos temos grandes e pequenas lebranças relacionadas com eles. Um brinquedo especial lembra-me o meu avô, outro não menos o meu pai e assim por diante.
Um abraço. Augusto