"Um Barco atracado ao cais é sempre um sonho preso"

segunda-feira, setembro 06, 2004

Ângela Maria, Carmen Sevilha, Sarita Montiel...

De repente, sem avisar, a infância retorna.
Dou comigo a trautear canções dos anos sessenta, daquelas que ouvi tantas vezes no velho rádio roufenho, que Ângela Maria cantava:
"encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora..."
A Vanda deliciou-se, quando em pleno serviço desatei a cantar, com a Amélia, em dueto, a "Garota Solitária"...
Para quem tiver saudades, pode procurar no google, bastando escrever para pesquisar, entre aspas, o nome daquela artista...
Na semana passada, ao regressar de uma viagem a Campo Maior e às suas festas, onde tive oportunidade de conviver com a poetisa Rosa Dias, desatei a lembrar-me de músicas de filmes que vi no Odeon: "Violetas Imperiais", com Carmen Sevilha e Luís Mariano, "La Violetera" com Sarita Montiel, "A Noiva", com António Prieto".
Gostava de saber porque razão o meu cérebro congelou estas coisas e de repente vomitou-as, deixando-me sem jeito?
Será que estou a ficar louco?

2 comentários:

anjoazul disse...

"De poeta e de louco todos temos um pouco", felizmente. Tu tens saudavelmente um pouco mais que pouco das duas... e a companhia também ajuda (eheheheh).
Aquele beijo!

otraque disse...

Louco???? Contra a loucura: Durex Gotas.

E contra a galopante senilidade dos poetas: Durex Gotas.

Para a galopante senilidade
Durex Gotas em grande quantidade.

Para a loucura galopante
Durex Gotas... e adiante.