"Um Barco atracado ao cais é sempre um sonho preso"

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Alentejo


Alentejo terra de vento e silêncio
onde o Homem semeia a Palavra
Alentejo terra de sonho e sofrimento
onde o poema tem sede de flores
e rios. Como quem faz um pão,
escrevo à sombra das tuas oliveiras.
E canto o vôo altivo das cegonhas.
Esta leveza de viver em ruas brancas.
(Poema de Luís Filipe Maçarico; Fotografia de Rosário Fernandes)

4 comentários:

Manuel Themudo Sobral disse...

A primeira impressão que tive ao ver a fotografia foi que estava a ver um quadro da Isabel Aldinhas.
Um abraço
Manuel S.B.

Fernando Pinto disse...

Não sou alentejano, mas sou Oliveira, por parte da minha querida mãe Rosa! Apreciei os dois poemas: o escrito com pena e o escrito com luz!

Abraço e BOAS FESTAS,
do teu amigo

F. M. Oliveira P.

Ana disse...

Bela imagem, belas palavras... o Alentejo sempre mote de um poeta, sempre fonte de inspiração, matemos a fome da sua beleza...
Bjs. Ana Machado

marialascas disse...

Embora a tua infância seja Lisboa e não Évora, eu gosto especialmente do que escreves sobre o Alentejo e sobre o Magreb...
Não sei se é melhor ou pior, não me interessa, só gosto mais!
BJ de Ano Bom