Título do "Público" na passada segunda feira 2 de Fevereiro de 2026:
"Barragens libertam água que equivale ao consumo de Lisboa em três anos"
LFM
"Um Barco atracado ao cais é sempre um sonho preso"
Título do "Público" na passada segunda feira 2 de Fevereiro de 2026:
"Barragens libertam água que equivale ao consumo de Lisboa em três anos"
LFM
Primeiro foram os longos meses do Covid.
Uma vez desaparecidos, vieram esbaforidos desde quartéis e bunkers, os novos comentadeiros tudólogos. A pronunciar-se acerca da Ucrânia e de Gaza.
Entretanto, na CNN e na rádio Obsevador, eles chegam ao ponto de darem notas, quando se referem aos políticos portugueses. São tantos e tão ávidos de aparecer, que já não se aguenta o ridículo em que caiem todos os dias, explorando vitórias inexistentes , que só eles enxergam.
Devia haver uma desinfestação, a começar pela Orca e acabando nos fanfarrões e naquela indizível fulana com apelido de contorcionista de circo, cujas opiniões lembram os arriscados exercícios da mulher serpente que se atirava de costas nuas para um montão de vidro, subia uma escada de espadas descalça e enlaçava víboras no seu corpo, com fato de banho repleto de lantejoulas, a cuja performance assisti no Coliseu dos Recreios.
LFM
Há muitas semanas que as rádios alteram a programação normal para passarem consecutivos e cansativos relatos de futebol.
Constantemente, eu que sou um radialista desde miúdo, vejo-me obrigado a rodar o botão para a antena2 que felizmente apresenta a grande música clássica e jazz.
De facto, é a taça, é o campeonato, são os milhentos jogos com clubes europeus e como nunca sucedeu, nem no tempo do fátima, fado e futebol, esta modalidade sobrepõe-se a todos os desportos, mesmo nas rubricas ditas desportivas, com entrevistas e comentadeiros que incidem sempre no futebol e quase nunca no basquetebol, no andebol, no atletismo, no judo e nas milhentas práticas, associações, clubes e atletas de tantas outras áreas desportivas.
É excessivo. No mínimo é o que consigo dizer, enquanto protesto pela presença desmedida de treinadores, presidentes das SADS, futebolistas como Ronaldo e os inevitáveis especialistas.
No anúncio de uma dessas rubricas, um dos "entendidos" afirma: "eu quero é futebol; o resto é conversa!"
LFM (texto)
Há uma gentalha execrável que tem visibilidade na pantalha por bolsar opiniões manipuladoras e classificações tendenciosas às intervenções dos candidatos das presidenciais, as quais me obrigam a fazer zapping.
Tal como a aparição telefónica - colérica - do dono de uma rádio de direita que, ao longo de cada mês cntrevista 29 políticos dessa área política, quando alguns jornalistas partilharam uma opinião com a qual ele não concordava (e não permitia, destratando os opinadores sem grilhetas).
Eis dois exemplos de meios de comunicação social que subvertem a liberdade e afrontam a democracia.
LFM
Que raio de critério tem a politizada (e extremista) Academia do Prémio Nobel, que entregou essa distinção a uma lambe botas, havendo tantos heróis e mártires nas guerras deste mundo cruel e injusto, nomeadamente os jornalistas e as crianças abatidos no genocídio dos Palestinianos de Gaza e de lugares da Cisjordânia.
LFM
Conduz-se cada vez mais depressa, como se os condutores estivessem numa auto-estrada, em Almada. Designadamente na Rua Capitão Leitão. E quando nessa rua muitos deles viram para o campo de São Paulo, não fazem qualquer sinal luminoso aos peões, que pretendem atravessar a rua de acesso.
Ah e estacionamento em parte do passeio é um estranho costume, que só vejo nestas ruas.
LFM