Esta sexta feira foi a vez primeira que desci na estação da Funcheira. Com aulas a cargo do professor Christophe Picard, em Mértola, à minha espera, e depois de ter adormecido e ter perdido o comboio habitual, às 9 e 20 em Entrecampos, apanhei o Intercidades que vai para Faro e excepcionalmente tive boleia da amiga Ana Isabel, que é professora em Ourique.
Com a Ana Dias, o Rolando e a Ana Paula, chegámos às 17 e 30 à Residencial Oasis, passámos pelo café Guadiana, estivemos no Campo Arqueológico nas aulas, com a Marianita ainda cansadota mas já com sorriso no rosto, e, porque o "Tamuge" estava fechado, tivemos de recorrer a um restaurante da (má) concorrência, o "Boa Viagem", onde, por termos comido um bitoque, seco, - com dois bocados de carne espalmada, exíguos -, bebido um jarro de vinho, azeitonas, uns pedaços de queijo e presunto, pão e sobremesas, "arrotámos" cada um dos sete comensais presentes, 15 euros.
A ponte do Pomarão trouxe hordas de turistas, sobretudo espanhóis, a proximidade do Algarve tem atraído outros estrangeiros e então, os comerciantes de restauração acharam-se no direito de se desforrarem de anos de interioridade. Os preços subiram em flecha.
A qualidade, porém, não é equivalente - e por vezes, o atendimento, é feito com o empregado a tresandar a suor, e com cara de assombração, ou a empregada que se esquece daquilo que pedimos, porque sendo do leste é mais barata e não percebe bem português...
Mais que tudo, este fim de semana valeu pelo reencontro de alguns colegas, como o Rolando que esteve a dar aulas na Lourinhã, fomos até ao rio, conversámos até perto da uma da noite.
Sábado, a comezaina correu melhor: no Avenida, fomos muito bem servidos e comemos bem e não chegou a dez euros, com direito a plumas de luxo, saborosas, copiosas.
Regressámos via Castro Verde, pela renovada estrada, que durante anos era um lençol de buracos...e agora dá gosto percorrer, entre campos de gado e montes, rios secos, paisagens quase magrebinas, horizontes largos mas quase desérticos. O sul.
Voltámos à Funcheira, apanhámos de novo o comboio do Algarve, agora no retorno, rumo a Lisboa.
Obrigado, Ana Isabel Azevedo, pela companhia e disponibilidade, pela fraternidade e pela alegria que partilhaste!
Luís Filipe Maçarico (texto e imagens)
Com a Ana Dias, o Rolando e a Ana Paula, chegámos às 17 e 30 à Residencial Oasis, passámos pelo café Guadiana, estivemos no Campo Arqueológico nas aulas, com a Marianita ainda cansadota mas já com sorriso no rosto, e, porque o "Tamuge" estava fechado, tivemos de recorrer a um restaurante da (má) concorrência, o "Boa Viagem", onde, por termos comido um bitoque, seco, - com dois bocados de carne espalmada, exíguos -, bebido um jarro de vinho, azeitonas, uns pedaços de queijo e presunto, pão e sobremesas, "arrotámos" cada um dos sete comensais presentes, 15 euros.
A ponte do Pomarão trouxe hordas de turistas, sobretudo espanhóis, a proximidade do Algarve tem atraído outros estrangeiros e então, os comerciantes de restauração acharam-se no direito de se desforrarem de anos de interioridade. Os preços subiram em flecha.
A qualidade, porém, não é equivalente - e por vezes, o atendimento, é feito com o empregado a tresandar a suor, e com cara de assombração, ou a empregada que se esquece daquilo que pedimos, porque sendo do leste é mais barata e não percebe bem português...
Mais que tudo, este fim de semana valeu pelo reencontro de alguns colegas, como o Rolando que esteve a dar aulas na Lourinhã, fomos até ao rio, conversámos até perto da uma da noite.
Sábado, a comezaina correu melhor: no Avenida, fomos muito bem servidos e comemos bem e não chegou a dez euros, com direito a plumas de luxo, saborosas, copiosas.
Regressámos via Castro Verde, pela renovada estrada, que durante anos era um lençol de buracos...e agora dá gosto percorrer, entre campos de gado e montes, rios secos, paisagens quase magrebinas, horizontes largos mas quase desérticos. O sul.
Voltámos à Funcheira, apanhámos de novo o comboio do Algarve, agora no retorno, rumo a Lisboa.
Obrigado, Ana Isabel Azevedo, pela companhia e disponibilidade, pela fraternidade e pela alegria que partilhaste!
Luís Filipe Maçarico (texto e imagens)




